
No próximo dia 13 de setembro (dois dias após o dia nacional da Catalunha), realizar-se-á uma consulta popular sobre a independência da Catalunha. Foi votado pelo plenário da Câmara Municipal da cidade de Arenys de Munt. Desde que foi aprovado pelas forças democráticas todas representadas, com exceção do PSC, que se disse "contrário ao separatismo", veio chamando a atenção dos meios de comunicação espanhol. E, obviamente, trouxe a resposta "legal" do Estado Espanhol contra a consulta, e a resposta "ilegal" do fascismo, com um ato agendado dos falangistas para o dia. Ele foi proposto pelo CUP de Arenys e Moviment Arenyenc per l'Autodeterminació (MAPA), como mecanismo de pressão ao Parlamento para a realização de um referendo sobr eo tema no ano que vem.
A decisão estabelece que a pergunta que será feita é se querem que a Catalunya seja um Estado independente, de direito, democrática e socialmente integrada à União Européia. E para não descumprir a lei, a organização não pode usar o censo eleitoral e, não podiam chamar de consulta popular nem de referendo. Chamaram de consulta para saber o estado da opinião da população sobre a autodeterminação.
No entanto, apesar de todas as precauções, o Estado Espanhol novamente mostra seu caráter pouco democrático e de desrespeito a autodeterminação dos povos, e proibiu a realização como iniciativa pública. No entanto, os organizadores manteram, em um espaço privado. Para aprofundar o tema, traduzimos uma matéria de hoje sobre o tema, que pode se rlida abaixo.
O prefeito de Arenys reitera que a consulta independentista será feita apesar da suspensão judicial
O prefeito de Arenys de Munt (Barcelona), Carles Móra, advertiu hoje que a consulta sobre a independência da Catalunya prevista para o 13 de setembro "se manterá", apesar da suspensão decretada ontem pelo Tribunal de Contenciosos Administrativo, número 14, de Barcelona.
Tradução: Carlos Serrano.
Em declarações à Europa Press, Móra considerou que "o único que suspendeu o juiz é a decisão adotada no pelnário municipal de Arenys de Munt, assim a consulta se realizará". O que fará a Câmara Municipal é "não ceder a sala municipal, a consulta se poderá fazer, porém em um outro local", assegurou Móra.
"O fato que um juiz suspenda a decisão do plenário não suspende a consulta", disse Móra, que assegurou que durante os últimos dias, entidades da população ofereceram aos organizadores da consulta as suas instalações. A Câmara Municipal também indicou que um mínimo de trinta de 8.000 habitantes da população já votaram por e-mail, ja que o dia da consulta preveêm não estar à Arenys de Munt, pois não é feriado.
O prefeito da cidade alertou das "conseqüências imprevisíveis" se a justiça suspender a consulta soberanista, depois que os advogados do Estado apresentarem um recurso. "A consulta não a organiza a Câmara Municipal, mas uma comissão, não é uma consulta institucional, nem vinculante", disse Móra.
"Sabíamos perfeitamente que a consulta no nível institucional não se podia organizar. Por isso, quem organiza é uma entidade cívica", acrescentou.
O consistório está previsto a comparecer diante do juiz para informar da situação na semana que vem. O prefeito reconheceu que "os grupos que queiram manifestar nesse dia que o façam" porém que eles "não querem problemas, nada mais que exercer o direito privado de um povo".
A consulta foi proposta pelo "Moviment Arenyenc per a l'Autodeterminació", e foi apoiada pelo plenário do município de 4 de junho, por todos os grupos, exceto pelo PSC. Em Arenys governa a formació "Arenys de Munt 2000 -- Entendimento pelo Progrsso Municipal", coalização de ICV-EUiA-- próxima de CiU i PSC. A consulta pode coincidir com uma manifestação contra convocada pela Falange.
Fonte: Extraído de yahoo notícias de catalunha.
A decisão estabelece que a pergunta que será feita é se querem que a Catalunya seja um Estado independente, de direito, democrática e socialmente integrada à União Européia. E para não descumprir a lei, a organização não pode usar o censo eleitoral e, não podiam chamar de consulta popular nem de referendo. Chamaram de consulta para saber o estado da opinião da população sobre a autodeterminação.
No entanto, apesar de todas as precauções, o Estado Espanhol novamente mostra seu caráter pouco democrático e de desrespeito a autodeterminação dos povos, e proibiu a realização como iniciativa pública. No entanto, os organizadores manteram, em um espaço privado. Para aprofundar o tema, traduzimos uma matéria de hoje sobre o tema, que pode se rlida abaixo.
O prefeito de Arenys reitera que a consulta independentista será feita apesar da suspensão judicial
O prefeito de Arenys de Munt (Barcelona), Carles Móra, advertiu hoje que a consulta sobre a independência da Catalunya prevista para o 13 de setembro "se manterá", apesar da suspensão decretada ontem pelo Tribunal de Contenciosos Administrativo, número 14, de Barcelona.
Tradução: Carlos Serrano.
Em declarações à Europa Press, Móra considerou que "o único que suspendeu o juiz é a decisão adotada no pelnário municipal de Arenys de Munt, assim a consulta se realizará". O que fará a Câmara Municipal é "não ceder a sala municipal, a consulta se poderá fazer, porém em um outro local", assegurou Móra.
"O fato que um juiz suspenda a decisão do plenário não suspende a consulta", disse Móra, que assegurou que durante os últimos dias, entidades da população ofereceram aos organizadores da consulta as suas instalações. A Câmara Municipal também indicou que um mínimo de trinta de 8.000 habitantes da população já votaram por e-mail, ja que o dia da consulta preveêm não estar à Arenys de Munt, pois não é feriado.
O prefeito da cidade alertou das "conseqüências imprevisíveis" se a justiça suspender a consulta soberanista, depois que os advogados do Estado apresentarem um recurso. "A consulta não a organiza a Câmara Municipal, mas uma comissão, não é uma consulta institucional, nem vinculante", disse Móra.
"Sabíamos perfeitamente que a consulta no nível institucional não se podia organizar. Por isso, quem organiza é uma entidade cívica", acrescentou.
O consistório está previsto a comparecer diante do juiz para informar da situação na semana que vem. O prefeito reconheceu que "os grupos que queiram manifestar nesse dia que o façam" porém que eles "não querem problemas, nada mais que exercer o direito privado de um povo".
A consulta foi proposta pelo "Moviment Arenyenc per a l'Autodeterminació", e foi apoiada pelo plenário do município de 4 de junho, por todos os grupos, exceto pelo PSC. Em Arenys governa a formació "Arenys de Munt 2000 -- Entendimento pelo Progrsso Municipal", coalização de ICV-EUiA-- próxima de CiU i PSC. A consulta pode coincidir com uma manifestação contra convocada pela Falange.
Fonte: Extraído de yahoo notícias de catalunha.
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